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terça-feira, 3 de setembro de 2013

O que é mercado de câmbio?

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No Brasil, o mercado de câmbio é o ambiente onde se realizam as operações de câmbio entre os agentes autorizados pelo Banco Central e entre estes e seus clientes, diretamente ou por meio de seus correspondentes.


O mercado de câmbio é regulamentado e fiscalizado pelo Banco Central e compreende as operações de compra e de venda de moeda estrangeira, as operações em moeda nacional entre residentes, domiciliados ou com sede no País e residentes, domiciliados ou com sede no exterior e as operações com ouro-instrumento cambial, realizadas por intermédio das instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio pelo Banco Central, diretamente ou por meio de seus correspondentes.


Incluem-se no mercado de câmbio brasileiro as operações relativas aos recebimentos, pagamentos e transferências do e para o exterior mediante a utilização de cartões de uso internacional, bem como as operações referentes às transferências financeiras postais internacionais, inclusive vales postais e reembolsos postais internacionais.


À margem da lei, funciona um segmento denominado mercado paralelo. São ilegais os negócios realizados no mercado paralelo, bem como a posse de moeda estrangeira oriunda de atividades ilícitas.


 Qualquer pessoa física ou jurídica pode comprar e vender moeda estrangeira?


Sim, desde que a outra parte na operação de câmbio seja agente autorizado pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio (ou seu correspondente para tais operações) e que seja observada a regulamentação em vigor, incluindo a necessidade de identificação em todas as operações. É dispensado o respaldo documental das operações de valor até o equivalente a US$ 3 mil, preservando-se, no entanto, a necessidade de identificação do cliente.


Que instituições podem operar no mercado de câmbio e que operações elas podem realizar?


Podem ser autorizados pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio: bancos múltiplos; bancos comerciais; caixas econômicas; bancos de investimento; bancos de desenvolvimento; bancos de câmbio; agências de fomento; sociedades de crédito, financiamento e investimento; sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários; sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de câmbio.


Esses agentes podem realizar as seguintes operações: 
a) bancos, exceto de desenvolvimento, e a Caixa Econômica Federal: todas as operações previstas para o mercado de câmbio; 
b) bancos de desenvolvimento; sociedades de crédito, financiamento e investimento e agências de fomento: operações específicas autorizadas pelo Banco Central; 
c) sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários; sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de câmbio: 


Além desses agentes, o Banco Central também concedia autorização para agências de turismo e meios de hospedagem de turismo para operarem no mercado de câmbio. Atualmente, não se concede mais autorização para esses agentes, permanecendo ainda apenas aquelas agências de turismo cujos proprietários pediram ao Banco Central autorização para constituir instituição autorizada a operar em câmbio. Enquanto o Banco Central está analisando tais pedidos, as agências de turismo ainda autorizadas podem continuar a realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira em espécie, cheques e cheques de viagem, relativamente a viagens internacionais.


As instituições financeiras autorizadas a operar em câmbio podem contratar correspondentes (pessoas jurídicas em geral) para a realização das seguintes operações de câmbio: 
a) execução ativa ou passiva de ordem de pagamento relativa a transferência unilateral (ex: manutenção de residentes, transferência de patrimônio, prêmios em eventos culturais e esportivos ) do ou para o exterior, limitada ao valor equivalente a US$ 3 mil dólares dos Estados Unidos, por operação; 
b) compra e venda de moeda estrangeira em espécie, cheque ou cheque de viagem, bem como carga de moeda estrangeira em cartão pré-pago, limitada ao valor equivalente a US$ 3 mil dólares dos Estados Unidos, por operação; e 
c) recepção e encaminhamento de propostas de operações de câmbio. 


As operações realizadas pelos correspondentes são de total responsabilidade da instituição contratante (para mais informações sobre correspondentes, consulte: Perfis > Cidadão > Perguntas frequentes, cartilhas e notícias > Perguntas frequentes 


A ECT também é autorizada pelo Banco Central a realizar operações com vales postais internacionais, emissivos e receptivos, destinadas a atender compromissos diversos, tais como: manutenção de pessoas físicas, contribuições previdenciárias, aposentadorias e pensões, aquisição de medicamentos para uso particular, pagamento de aluguel de veículos, multas, doações. Por meio dos vales postais internacionais, a ECT também pode dar curso a recebimentos ou pagamentos conduzidos sob a sistemática de câmbio simplificado de exportação ou de importação, observado o limite de US$50 mil, ou seu equivalente em outras moedas, por operação.


A relação dos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio pode ser consultada em: Câmbio e Capitais Internacionais 


Que operações podem ser realizadas no mercado de câmbio?


Quaisquer pagamentos ou recebimentos em moeda estrangeira podem ser realizados no mercado de câmbio, inclusive as transferências para fins de constituição de disponibilidades no exterior e seu retorno ao País e aplicações no mercado financeiro. As pessoas físicas e as pessoas jurídicas podem comprar e vender moeda estrangeira ou realizar transferências internacionais em reais, de qualquer natureza, sem limitação de valor, observada a legalidade da transação, tendo como base a fundamentação econômica e as responsabilidades definidas na respectiva documentação.


Embora do ponto de vista cambial não exista restrição para a movimentação de recursos, os agentes do mercado e seus clientes devem observar eventuais restrições legais ou regulamentares existentes para determinados tipos de operação. Como exemplo, relativamente à colocação de seguros no exterior, devem ser observadas as disposições dos órgãos e entidades responsáveis pela regulação do segmento segurador.


Os bancos são obrigados a vender moeda em espécie?


Não. Normalmente, os agentes autorizados a operar em câmbio, por questão de administração de caixa e estratégia operacional, procuram operar com o mínimo possível de moeda em espécie.



O que é mercado primário e mercado secundário?


A operação de mercado primário implica o recebimento ou a entrega de moeda estrangeira por parte de clientes no País, correspondendo a fluxo de entrada ou de saída da moeda estrangeira do País. Esse é o caso das operações realizadas com exportadores, importadores, viajantes, etc. Já no mercado secundário, também denominado mercado interbancário quando os negócios são realizados entre bancos, a moeda estrangeira é negociada entre as instituições integrantes do sistema financeiro e simplesmente migra do ativo de uma instituição autorizada a operar no mercado de câmbio para o de outra, igualmente autorizada, não havendo fluxo de entrada ou de saída da moeda estrangeira do País.


O que é posição de câmbio?


A posição de câmbio é representada pelo saldo das operações de câmbio (compra e venda de moeda estrangeira, de títulos e documentos que as representem e de ouro-instrumento cambial) prontas ou para liquidação futura, realizadas pelas instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil a operar no mercado de câmbio.


O que é posição de câmbio comprada?


A posição de câmbio comprada é o saldo em moeda estrangeira registrado em nome de uma instituição autorizada que tenha efetuado compras, prontas ou para liquidação futura, de moeda estrangeira, de títulos e documentos que as representem e de ouro-instrumento cambial, em valores superiores às vendas.


O que é posição de câmbio vendida?


A posição de câmbio vendida é o saldo em moeda estrangeira registrado em nome de uma instituição autorizada que tenha efetuado vendas, prontas ou para liquidação futura, de moeda estrangeira, de títulos e documentos que as representem e de ouro-instrumento cambial, em valores superiores às compras.


 O que é operação pronta?


A operação de câmbio (compra ou venda) pronta é a operação a ser liquidada em até dois dias úteis da data de contratação.


O que é operação para liquidação futura?


A operação de câmbio (compra ou venda) para liquidação futura é a operação a ser liquidada em prazo maior que dois dias.


O que é contrato de câmbio?


Contrato de câmbio é o documento que formaliza a operação de compra ou de venda de moeda estrangeira. Nele são estabelecidas as características e as condições sob as quais se realiza a operação de câmbio. Dele constam informações relativas à moeda estrangeira que um cliente está comprando ou vendendo, à taxa contratada, ao valor correspondente em moeda nacional e aos nomes do comprador e do vendedor. Os contratos de câmbio devem ser registrados no Sistema Integrado de Registro de Operações de Câmbio (Sistema Câmbio) pelo agente autorizado a operar no mercado de câmbio.


Nas operações de compra ou de venda de moeda estrangeira de até US$ 3 mil, ou seu equivalente em outras moedas estrangeiras, não é obrigatória a formalização do contrato de câmbio, mas o agente do mercado de câmbio deve identificar seu cliente e registrar a operação no Sistema Câmbio.


O que é política cambial?


É o conjunto de ações governamentais diretamente relacionadas ao comportamento do mercado de câmbio, inclusive no que se refere à estabilidade relativa das taxas de câmbio e do equilíbrio no balanço de pagamentos.


Qual é o papel do Banco Central no mercado de câmbio?


O Banco Central executa a política cambial definida pelo Conselho Monetário Nacional. Para tanto, regulamenta o mercado de câmbio e autoriza as instituições que nele operam. Também compete ao Banco Central fiscalizar o referido mercado, podendo punir dirigentes e instituições mediante multas, suspensões e outras sanções previstas em lei. Além disso, o Banco Central pode atuar diretamente no mercado, comprando e vendendo moeda estrangeira de forma ocasional e limitada, com o objetivo de conter movimentos desordenados da taxa de câmbio.


Como obter mais informações sobre o mercado de câmbio?


Dados e notas sobre o setor externo da economia brasileira estão disponíveis em nossa página em Economia e finanças, por meio dos boletins do Banco Central do Brasil e das notas econômico-financeiras para a imprensa, assim como em textos técnicos que podem ser consultados em: Câmbio e Capitais Internacionais > Legislação e normas >

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Como funciona a bolsa de valores



"Vendo! Compro! Fechado!" Isso é o que mais se ouve numa bolsa de valores. À primeira vista, o circo financeiro parece indecifrável. Mas o mercado acionário não é tão complicado.

Tudo começa quando uma empresa decide lançar ações ao público. Isso se chama abrir o capital. Essa iniciativa atrai novos acionistas que injetam dinheiro na empresa. Em caso de lucro, bom para todos. Se houver prejuízo, as perdas também são divididas proporcionalmente. Mas para participar das apostas na bolsa, a companhia precisa primeiro credenciar-se em uma corretora de valores. Essas instituições estão por trás de todas as negociações, fazendo as transações para quem quer investir em ações e mantendo a bolsa financeiramente.


Hoje, essa negociação de compra e venda pode ser feita de duas maneiras: no pregão físico ou no eletrônico. O pregão físico é o tradicional, o da gritaria no saguão da bolsa. Mas esse sistema "viva-voz" vem perdendo espaço para o pregão eletrônico, que em 2004 foi responsável por 90% dos negócios da Bovespa - a bolsa paulista. "A tendência é que o pregão físico seja extinto. A formação de blocos econômicos dificulta os negócios em um só lugar. Prova disso é a Bovespa, que já teve quase mil operadores e hoje não chega a ter cem", diz o ex-operador José Budeu.


Outra grande vantagem do pregão eletrônico é a agilidade das negociações, que são feitas via internet. Um programa de computador em que as corretoras conversam entre si em tempo real é suficiente para fechar os negócios. A desvantagem é que, por enquanto, nem todas as operações de compra e venda podem ser feitas por esse sistema. O que garante, pelo menos por mais alguns anos, a manutenção da gritaria nos velhos saguões das bolsas. 
Operadores dominam o pregão e podem ser acompanhados de perto pelos investidores


PIT STOP INFORMATIVO


Com design futurista, as espaçonaves são terminais de consulta das informações do mercado acionário. Há duas delas, com três computadores cada, para auxiliar quem trabalha no pregão. Os equipamentos oferecem apenas dados sobre a Bovespa. Nada de outras bolsas, internet, e-mail...


NEGÓCIO FECHADO


Os postos são locais em que todas as operações de compra e venda são registradas. São balcões aonde os operadores levam seus boletos com as informações das transações. Lá, fiscais registram as operações, que rapidamente aparecem atualizadas nos terminais e no painel eletrônico.


AMIZADE COLORIDA


Os auxiliares de pregão são funcionários das corretoras que ajudam os operadores. Eles são identificados pelos jalecos laranjas e são pau pra toda obra: tanto podem dar uma mão no preenchimento dos boletos de compra e venda de ações, como levar um copo d'água para o operador.


POSTO DE COMANDO


O púlpito é o local onde o diretor do pregão dá as ordens de início e fim do horário de negociações na bolsa - às 10h e 16h45, respectivamente. O diretor do pregão é o chefão do local e durante o expediente só volta ao púlpito se alguma coisa nas operações diárias não estiver correndo bem.


ARQUIBANCADA EM ALTA


A redoma de vidro acima do pregão não poderia ter nome mais adequado: aquário. É um lugar com livre circulação de pessoas e de onde se tem uma visão privilegiada. Investidores, principalmente aposentados, observam o pregão e verificam a situação das ações em terminais ali instalados


NA LÍNGUA DO MERCADO


Pelo painel eletrônico dá para acompanhar o desempenho das ações. É fácil decifrá-lo:


• ATIVO: Nome da empresa e o tipo de ação - um # indica que ela faz parte do Índice Bovespa (Ibovespa)


• ÚLTIMO: Valor, em reais, das ações naquele momento


• OSC: Oscilação da ação em pontos percentuais - se estiver em verde, está em alta; vermelho é sinal de queda


• NEG: Número de negócios feitos no dia


PASTOR FINANCEIRO


Como um pastor, um operador da bolsa é um pregador. Um fala de Deus e o outro, de negócios, mas a gritaria é a mesma. O operador berra tanto porque é obrigado a dizer em voz alta o valor e a quantidade de ações que está negociando - ou seja, apregoa os valores, daí o nome pregão. Quando outro operador aceita a oferta é só gritar: "Negócio fechado!"


DO OUTRO LADO DA LINHA


Com quem os operadores tanto falam ao telefone? Com o escritório da corretora para a qual eles trabalham. As corretoras recebem as ordens de compra ou venda de ações de seus clientes (os investidores) e as repassam para o operador no pregão.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O CRESCIMENTO DA COMPUTAÇÃO GRÁFICA


Dois fatores, entretanto, foram fundamentais para o desenvolvimento da Computação Gráfica tal como a conhecemos hoje:



a)O desenvolvimento da tecnologia de circuitos integrados durante a década de 70 que permitiu o barateamento e a conseqüente popularização das máquinas;

b)O fim da idéia de que os fabricantes de computadores devem fornecer apenas a máquina e o sistema operacional e que os usuários devem escrever seus próprios aplicativos. A popularização dos aplicativos prontos e integrados (planilhas, editores de texto, editores gráficos, processadores de imagem, bancos de dados, etc) permitiram a popularização da Computação Gráfica na medida em que possibilitaram que o usuário comum sem conhecimento ou tempo para desenvolver aplicativos gráficos (nem sempre tão simples de serem programados) pudessem se utilizar das facilidades da mesma.

O que é computação gráfica


Segundo a ISO ("International Standards Organization") a Computação Gráfica pode ser definida como ^B^Yo conjunto de métodos e técnicas utilizados para converter dados para um dispositivo gráfico, via computador


Se tomarmos como base a definição da ISO, duas áreas tem uma estreita relação com a Computação Gráfica, são elas:



a)Processamento de Imagens:envolve técnicas de transformação de imagens. As transformações visam, em geral, melhorar características visuais da imagem como por exemplo aumentar o contraste, melhorar o foco ou ainda reduzir o ruído e eventuais distorções.


b) Reconhecimento de Padrões também conhecida como Análise de imagens, busca isolar e identificar os componentes de uma imagem a partir de sua representação visual.


O diagrama da figura 1 ilustra o relacionamento entre a Computação Gráfica, o Processamento de Imagens, o Reconhecimento de Padrões e o Processamento de Dados convencional, convencional, segundo a visão da ISO.


Figura 1 – Relacionamento da Computação Gráfica com outras áreas


Já Rogers e Adams classificam a Computação Gráfica em passiva e interativa. Como Computação Gráfica Passiva entende-se o uso do computador para definir, armazenar, manipular e apresentar imagens gráficas. O computador prepara e apresenta dados armazenados sob a forma de figuras e o observador/usuário não interfere nesse processo. Exemplos desse tipo de atividade podem ser simples como a geração automática de um gráfico de barras a partir de uma tabela, bem como a simulação do movimento de um veículo espacial a partir de dados coletados em campo. Computação Gráfica Interativa também se utiliza do computador para preparar e apresentar imagens. Nesse caso, entretanto, o observador/usuário pode interagir em tempo real com a imagem.


A manipulação de imagens em tempo real apresenta como principal problema o número de cálculos envolvidos para se trabalhar com imagens relativamente complexas. Por exemplo, a rotação de um objeto tridimensional exigirá, para cada ponto, sua multiplicação por uma matriz 3x3, resultando em duas somas e quatro multiplicações. Tomando-se um objeto de 1000 pontos essa operação requer 4000 multiplicações e 2000 adições. Esse exemplo serve para dar uma idéia do número de cálculos envolvidos em operações dessa natureza.


Para contornar esse tipo de problema podem ser adotadas soluções tais como:

  • utilizar máquinas mais rápidas; 
  • melhorar os algoritmos tornando-os mais eficientes; 
  • construir módulos de "hardware" dedicados a certos tipos de operações (por exemplo um módulo dedicado a multiplicação de matrizes) e 
  • reduzir a complexidade da imagem. Nesse caso corre-se o risco de produzirem-se imagens de qualidade insuficiente conforme a aplicação. 



Principais Aplicações

Interface com o usuário:


Traçado interativo de gráficos e Visualização - Outro importantíssimo campo dentro da Computação Gráfica é a visualização de dados através de gráficos. Ela consiste basicamente na geração de imagens a partir de um conjunto de dados. Este dados podem ser gerados por de forma interativa ou por modelos que simule um fenômeno real como por exemplo, o comportamento de partículas durante uma reação química.


Editoração Eletrônica - consiste na elaboração gráfica de publicações por computador, com a mesma qualidade que o processo convencional. Com os programas de Editoração Eletrônica é possível, antes de ter-se o material impresso por uma gráfica, obter uma idéia precisa de como ficará o produto final. Com isto as alterações podem ser feitas com facilidade antes mesmo da impressão do primeiro exemplar. O que, sem dúvidas, diminui os custos de produção e aumenta a qualidade da publicação.


CAD - do inglês Computer Aided Design, que quer dizer Projeto Assistido por Computador, consiste basicamente de sistemas capazes de auxiliar um projetista(mecânico, elétrico, civil) a desenvolver suas idéias de forma mais rápida. Os sistemas de CAD são normalmente entendidos como programas capazes de fazer desenhos. De fato, são, em grande parte, isto pois com um CAD o processo de criação e, principalmente, de alteração de desenhos fica muito facilitado. Porém, CAD não é somente isto, um dos principais avanços que alguns destes sistemas trazem em relação ao processo original de projeto é sua capacidade de fazer simulações. Por exemplo, existem sistemas capazes de determinar o comportamento de uma laje de concreto quando esta for submetida a um certo esforço, outros programas podem mostrar como ficaria a iluminação de uma sala com a colocação de uma janela em uma certa parede.

sábado, 10 de agosto de 2013

"iOLED": nova tecnologia promete dar mais longevidade aos displays OLED


 

A Corporação Nacional de Radiodifusão do Japão (NKH) pode ter descoberto uma solução para os problemas relacionados ao tempo de vida útil das telas OLED – por ficarem expostos ao ar, esses tipos de displays podem perder em apenas 100 dias praticamente metade de seu “brilho”. E como dar um fôlego a mais para essa tecnologia? Apenas invertendo as camadas tradicionais de ânodos e cátodos desses dispositivos.



O “iOLED”, nome do novo recurso, não faz – como pode parecer – uma referência à empresa fundada por Steve Jobs: o “i” como inicial da nova palavra vem justamente de “inversão”. E além de ter as camadas tradicionais de sua configuração invertidas, um revestimento extra de proteção é colocado sobre o cátodo. O resultado disso é uma tela capaz de, mesmo quando não vedada completamente, reter o “brilho” – outrora condenado por qualquer vazamento.


Parece também que o novo método de produção de telas iOLED pode ser adotado por empresas que já produzem televisores com esses displays – uma vez que o processo aparenta ser, em um primeiro momento, teoricamente simples e relativamente barato. Por ora, o centro de pesquisas japonês não divulgou mais informações acerca dessa possível adoção massiva das melhorias descobertas.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Robôs vão ajudar na segurança da Copa do Mundo de 2014


Robôs vão ajudar na segurança da Copa do Mundo de 2014

Você acha que a tecnologia de chip na bola e as inovações nos estádios já eram muita modernidade para o futebol, espere para ver os robôs patrulheiros que podem rondar os estádios durante a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

É isso mesmo: a entidade máxima do futebol fechou um contrato de cerca de R$ 14,5 milhões com a iRobot, uma fabricante que fornecerá 30 unidades do PackBot 510, um robô militar de segurança e vigilância que custa, em média, de R$ 200 mil a R$ 400 mil por modelo. A empresa afirma que venceu a licitação e vai expandir seus serviços para o país, mas nenhum órgão nacional comentou o assunto.

O PackBot é um robô operado remotamente equipado com câmeras que capturam áudio e vídeo. Ele ainda conta com sensores capazes de avaliar a presença de explosivos e outros perigos. Os modelos serão distribuídos por todas as cidades-sede que receberão jogos do torneio.






quarta-feira, 31 de julho de 2013

DICAS PARA LIMPAR SE NOTEBOOK


Os notebooks e netbooks estão sendo cada vez mais utilizados que os computadores de mesa, os desktops. Além de serem mais baratos, eles são mais práticos e podem ser facilmente transportados e utilizados em qualquer lugar. Porém, esses computadores são também mais delicados e exigem alguns cuidados especiais.


Pouca gente se preocupa com isso e não imagina a importância de fazer a manutenção desses aparelhos, nem sabe como limpá-los e aumentar sua vida útil. Por essa razão, separamos algumas informações úteis e dicas de como limpar o seu notebook.


O que você precisa saber:

  • Já falamos sobre a importância de utilizar um antivírus, mas não é apenas vírus que danifica seu computador, falta de cuidados básicos com higiene também trazem problemas; 
  • Preste atenção no acúmulo de poeira que pode bloquear as saídas de ar e causar problemas de superaquecimento; 
  • Para quem tem animais de estimação em casa, observe os pelos que caem no teclado; 
  • Trabalhar ou estudar no computador acaba aumentando a ansiedade e estimulando a vontade de comer. Pequenos resíduos de alimentos caem no teclado e ficam acumulados até que seja feita uma limpeza. 
  • Evite tocar na tela com as mãos sujas e os dedos engordurados, pois a tela ficará marcada. 


Como limpar:

  • Desligue o computador da tomada e remova a bateria. 
  • Com um pano macio umedecido em água, limpe a parte plástica do seu notebook, ou seja, a parte externa. 
  • Para limpar a área de ventilação, deve-se utilizar um bastonete de algodão e remover a sujeira acumulada ali; caso precise limpar sujeiras maiores, pode utilizar um pano úmido. 


Limpando a tela:
  • Limpar a tela do notebook é fundamental! 
  • Utilize um pano macio (pode ser uma flanela) umedecido em água ou em produto específico (vendido em lojas de informática) e passe com cuidado sobre a tela. 
  • Cuidado, LCD é sensível, por isso preste atenção para nunca espirrar o produto diretamente na tela, e sim no pano!
Limpando o teclado:
As teclas do notebook não saem, como as do teclado de um PC, por isso a forma de limpá-las é um pouco mais delicada.
  • Com um pano macio você pode limpar a parte externa dos teclados, pressionando o pano lentamente; 
  • Com um pincel fino, limpe os espaços entre as teclas, como se estivesse “varrendo” as sujeiras. 
  • Pode-se utilizar também um aspirador de pó para esse caso.
Viu como é simples limpar seu notebook? Não é preciso muitas técnicas mirabolantes, basta um pano com água e um pouco de paciência.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Hospital aposta no agendamento de consultas via Facebook

Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, oferece serviço de agendamento de consultas via Facebook. Foto: Shutterstock


Conhecer pessoas, conversar com amigos, compartilhar fotos, vídeos e ideias. Entre as possibilidades já conhecidas pelos usuários do Facebook, a oferta de serviços surge como alternativa para empresas em busca de praticidade. Em São Paulo, mais do que disponibilizar conteúdo e abrir espaço a sugestões e questionamentos, o Hospital Edmundo Vasconcelos aposta no agendamento de consultas com médicos - alternativa que exigiu baixo investimento, mas já dá bons resultados.


Com cerca de 25 mil atendimentos marcados todos os meses, além do agendamento presencial e por telefone, o complexo hospitalar já disponibilizava desde 2002 o serviço online, pelo portal institucional. Os resultados, no entanto, eram inexpressivos. Com a chegada da ferramenta ao Facebook, em janeiro, a instituição viu crescer a interação entre instituição e usuários da rede social. 


"A ideia surgiu de nossa preocupação em estar onde as pessoas estão. Já utilizávamos as redes para publicar conteúdo de interesse da população. Então foi possível migrar parte de agendamento do site para o Facebook, com a mesma construção. Hoje, entre 35% e 40% dos nossos atendimentos são marcados pela rede", conta o gerente executivo de tecnologia da informação do hospital, Osmar Antônio dos Santos. "No portal, o agendamento de consulta era restrito, utilizado por um número pequeno de pessoas. Ninguém estava acostumado a esse serviço, era preciso investir em mala-direta e outras ferramentas de comunicação. No Facebook, o paciente já está ali".


Para Santos, a maioria das empresas ainda não despertou para o uso eficiente das redes sociais. A opinião é compartilhada pela gestora de comunidades sociais e conteúdo da Gaia Creative, Fernanda Bartels, que aposta nas plataformas como uma das melhores maneiras de conhecer o cliente. "O volume de informações com que trabalhamos é impressionante. Ao filtrar essas informações, é preciso estabelecer um relacionamento com seu público, e isso se faz oferecendo mais do que serviços e produtos na rede, engajando, observando e interagindo. Devemos humanizar, criando um lifestyle para a marca para que as pessoas se identifiquem com a empresa". 


Além de ser um facilitador para os usuários, a nova ferramenta desafogou o setor de call center. Antes utilizado como principal canal de atendimento por quem buscava marcar consulta com um dos 890 médicos que atendem no Edmundo Vasconcelos, o departamento hoje tem capacidade para prestar outros serviços. "O que fazíamos era um trabalho passivo, porque nós é que éramos procurados. Hoje, podemos confirmar consultas ou entrar em contato com alguém que eventualmente tenha faltado", afirma. 

O investimento, segundo Santos, foi baixo - cerca de R$ 12 mil, voltados à criação de uma identidade para a fan page, já que a tecnologia de agendamentos apenas passou a ser replicada no Facebook. Agora, a ideia é expandir o serviço para o corpo clínico. "Queremos oferecer informações voltadas aos médicos, como a disponibilidade de salas de cirurgia. Esse, que é o nosso próximo passo, exige investimento mais robusto. Já está em fase de testes", diz. A expectativa é de que o serviço seja apresentado aos profissionais do hospital no